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Postado em 12 de setembro de 2014 Por Em Estética E 1845 Visualizações

Erros mais comuns no uso da chapinha

Erros mais comuns no uso da chapinha

chapinha

Reparou que, depois de usar a chapinha com frequência, seus cabelos ficaram menos saudáveis? Ou que o resultado final com a prancha nem sempre é o ideal? Talvez você esteja cometendo algum erro no processo, que pode ser desde o mau uso da temperatura do aparelho até o jeito errado de deslizar o aparelho pelos fios. Com a ajuda de profissionais, listamos os principais enganos e dicas de como eliminá-los de vez da sua vida.

Produto de má qualidade: Tudo começa com a escolha de uma boa prancha. Os cabeleireiros Augusto Evangelista e Fabbio Torres, do Villa Nova Cabelo e Maquiagem, aconselham a apostar em marcas conhecidas no mercado, mesmo que custem um pouco mais. Pesquise, peça indicações de amigas e profissionais de beleza antes de comprar a sua.

Temperatura desregulada: A chapinha quente demais deixa os fios ressecados e quebradiços. “O calor provoca a desnaturação das proteínas [processo que altera a sua estrutura]. Por isso, o uso em excesso de equipamentos com alta temperatura danifica a estrutura do cabelo”, ensina o dermatologista Amilton Macedo. Já o inverso exige que você passe a prancha mais vezes no mesmo lugar, o que também não é ideal, uma vez que prejudica as madeixas e ainda estimula o frizz e o ressecamento. O ideal é manter entre 150°C e 180°C.

Chapinha no cabelo molhado: Pecado gravíssimo! Amilton explica que, quando os fios estão molhados, as escamas estão abertas e, consequentemente, a estrutura capilar interna fica exposta ao vapor quente. “É como se a água ‘fervesse’ lá dentro, danificando a estrutura”, explica o dermatologista.

Prancha no cabelo sujo: “Quando você faz isso, esquenta também os resíduos, como poeira e outras partículas, o que deixa um aspecto ‘pesado’”, contam os cabeleireiros. Além disso, você acaba espalhando a oleosidade por todo o comprimento. O ideal é lavar (e secar) antes de fazer o procedimento.

Não usar protetor térmico: Esse deslize influencia diretamente na saúde dos cabelos porque, como o nome diz, o produto protege os fios dos danos causados pelo calor. Além disso, faz o efeito liso aparecer mais rápido. Não abra mão dele toda vez que usar a prancha (ou o secador): é só espalhar uma pequena quantidade na palma das mãos e aplicar no comprimento das madeixas.

Tamanho das mechas: Os cabeleireiros ensinam que é preciso tomar cuidado para não queimar as madeixas quando se passa a prancha em mechas muito finas. “Tem que ser proporcional ao tamanho da chapinha. Se ela é pequena, mechas pequenas. Se é grande, mechas grandes. Assim, o resultado fica mais bonito e você evita a quebra.”

Deixar a chapinha muito tempo na mecha: Calor e contato mais do que necessário agridem muito a estrutura capilar, podendo até mesmo quebrar os fios. Além disso, ocorre o ressecamento.

Descer a prancha reta: Esse movimento dá aquele efeito “espichado” e artificial nas pontas, o que não é nada bonito. Fabbio e Augusto ensinam que é importante passar nas pontas, virando o objeto totalmente para dentro ou para fora. “Assim que o cabelo ‘esfriar’, ficará com movimento: ou seja, uma escova lisa com as pontas modeladas”, aconselham.

Elástico logo após o uso da prancha: Ninguém quer o cabelo marcado, mas é esse o efeito de prender os fios ou fazer um penteado ainda com as madeixas “quentes”. O ideal é esperar até que fiquem totalmente frias para usar o elástico.

Usar prancha todos os dias: “A perda excessiva de água torna os fios frágeis e quebradiços”, alerta Amilton. Mesmo fazendo hidratação semanal e usando protetor térmico, não há cabelo que resista. Que tal assumir um estilo mais natural pelo menos alguns dias por semana?

Com informações: /www.portalvital.com